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SÃO LUÍS -Em torno da estátua do poeta Gonçalves Dias, posicionada na praça que leva o nome do autor de “Canção do Exílio”, no Centro de São Luís, imortais da Academia Maranhense de Letras (AML) se reunirão para render-lhe homenagens…

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Durante lançamento do livro “Jomar, o encantador de palavras”, no último sábado, 05, na livraria AMEI (São Luís Shopping), um registro descontraído da roda de conversa com os acadêmicos Benedito Buzar, Sebastião Moreira Duarte e…

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Notícia

João Batista Ericeira, presidente da Academia Maranhese de Letras Jurídicas, mascou presença destacada na reunião de todas as academias jurídicas do país realizada, de 20 a 23 de agosto…

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No Ceará Não Tem Disso 

Presidente João Batista Ericeira no encontro nacional das Academias de Letras Jurídicas.

Semana passada, estivemos participando da Reunião das Academias Jurídicas do país, em Fortaleza. O conclave teve a presença de 18 entidades congêneres, coordenadas pelo presidente da Academia Paraibana de Letras Jurídicas, Ricardo Bezerra, que na oportunidade lançou o livro “Licitação e Cultura- Contratação de Artista pela Administração Pública”. O tema inédito é enfrentado no cotidiano pelos gestores públicos e os tribunais de contas. Foi recebido com agrado e simpatia pelos   presentes a abertura do XXV Fórum de Ciências Penais, idealizado pelo promotor José Valdo Silva. Realizou-se no auditório da Escola Superior de Advocacia da Seccional da Ordem dos Advogados do Ceará, em inequívoca demonstração do grau de integração existente entre as lideranças da advocacia, da magistratura e do ministério público naquele Estado.

Merecemos a hospitalidade do anfitrião, o presidente da Academia Cearense de Direito- ACED, Roberto Ribeiro, que se esmerou na organização do evento, devendo-se destacar a criação do Colégio de Presidentes das Academias Jurídicas, inspirada no lema da entidade alencarina: cultura jurídica com responsabilidade social. Bem de acordo com a visão que temos das academias, não como torres de marfim, congregando ilustrados, mas como instituições destinadas a servir a sociedade brasileira.

O presidente da ACED acentuou na fala de abertura que o eixo de atuação de nossas entidades deve ultrapassar o Direito e incluir diretrizes sociais nas áreas da economia, da política, da religião e da cultura. E explicitou o seu ponto-de-vista: atua-se na política quando se participa de debates em casas parlamentares. Emitindo notas, quando necessário, acerca de algum momento político ou lei em discussão. Ou quando se oficia ao presidente da República, ao governador do Estado, ao prefeito, pedindo-lhes o respeito e o cumprimento de direitos constituídos. Na seara da economia, em situações que os acadêmicos em aulas, conferências, artigos, manifestam-se sobre questões tributárias, do consumidor, empresariais…

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